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    Coleta de lixo em Cachoeiro vai alcançar locais de difícil acesso A partir de novembro, a coleta de lixo domiciliar e comercial será reformulada para alcance total de locais de difícil acesso e demais regiões de relevo acidentado
    Bairro Amaral(Foto: Divulgação/PMCI)
    Autor: Rádio Conexão.ES
    31 de Outubro de 2017 às 07h35
    A partir de novembro, a coleta de lixo domiciliar e comercial de Cachoeiro será reformulada para alcance total de locais de difícil acesso e demais regiões de relevo acidentado, com ruas estreitas, as quais não são alcançadas, hoje, pelos caminhões que realizam o serviço no município.

    Para isso, a empresa Trattar - Limpeza Urbana, contratada pela prefeitura para a execução do trabalho, contará inicialmente com um veículo intermediário, com capacidade para até 1 tonelada de carga, que deverá chegar nos próximos 10 dias.

    “Cachoeiro tem muito relevo. Nesses morros, os caminhões têm dificuldade para subi-los. Com essa melhoria, portanto, um veículo menor poderá acessá-los mais facilmente”, explica o secretário municipal de Serviços Urbanos, Paulo Miranda.

    Também segundo ele, essa redução semi-mecanizada da coleta, além de não acarretar nenhum custo adicional aos cofres públicos, trará segurança operacional tanto para os funcionários da empresa, quanto, principalmente, para as pessoas que vivem nesses pontos críticos.

    “O objetivo é garantir o recolhimento de lixo nessas regiões, mesmo em dias chuvosos e demais períodos adversos”, completa Miranda, ao detalhar que o novo trabalho terá o reforço dos caminhões que já integram a frota. 

    “Durante essas ações, os carros maiores ficarão nas partes mais baixas dessas regiões, para receber o montante coletado nos morros”, conclui.

    Mapeamento

    Na última semana, acompanhado de sua equipe e de representantes da empresa coletora de lixo, o secretário de Serviços Urbanos de Cachoeiro visitou alguns bairros já previstos para serem contemplados, como Zumbi, Alto Eucalipto, Amaral, Otton Marins e Nossa Senhora Aparecida.

    “Nessa fase de mapeamento, deparamos com problemas que mostram a necessidade desses locais receberem esse tipo de ação. Há rotas que, quando percorridas pelos caminhões maiores, poderiam gerar risco de vida para várias pessoas”, enfatiza Paulo Miranda, ao acrescentar que a relação das regiões atendidas ficará pronta nos próximos dias.
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