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    Biblioteca Municipal de Guaçuí em novo endereço, mas com a mesma atmosfera A Biblioteca Dr. Custódio Tristão agora está no antigo prédio do Colégio São Geraldo, sempre com a atmosfera procurada para quem não vive sem um bom livro
    (Foto: Divulgação/PMG)
    Autor: Rádio Conexão.ES
    16 de Maio de 2018 às 07h17

    Nestes tempos de muitas tecnologias, onde se tem informação na palma das mãos (apesar de nem todas serem confiáveis), existe um lugar, em Guaçuí – assim como em outras cidades – que ainda guarda seu lugar no coração de muitos, com uma atmosfera que une a ficção com a realidade. Trata-se da Biblioteca Municipal Dr. Custódio Tristão, fundada em 1944.

    No seu início, a Biblioteca de Guaçuí funcionou dentro do prédio da própria Prefeitura. Depois, até dias atrás, ficava na galeria existente à Rua Emiliana Emery. Agora, mudou de endereço e está instalada na sede da Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, no casarão do antigo Colégio São Geraldo, também conhecido como “São Geraldão”, em frente á Praça da Igreja Matriz, funcionando de 8 às 11 horas e de 13 às 17h30, de segunda á sexta-feira.

    A bibliotecária responsável pela Biblioteca Municipal, Nedina Zaneti, destaca que, no local, o leitor que gosta de folhear um bom livro encontra quase oito mil título registrados. “Temos de tudo um pouco, desde conhecimentos, como matemática e outras, até literatura, que lidera a quantidade de títulos”, explica. E segundo ela, os usuários procuram mais o local para empréstimos de livros. “Mas também há muita procura para pesquisas escolares e encontro para fazer trabalhos de escola”, completa.

    Nedina Zaneti – que também conta com o apoio do auxiliar de biblioteca, Felipe Cabral – conta que, aproximadamente, de 100 a 150 pessoas, por mês, procuram a Biblioteca Municipal que também possui computadores conectados à internet, nos quais os usuários também podem fazer pesquisas. “Muita gente prefere a internet, mas isso não substitui o livro que pode levar o leitor a uma viagem sem limites”, afirma Nedina, colocando que muita internet também não faz bem à saúde. “E muita gente tem uma relação especial com o livro e isso nunca vai mudar”, conclui.

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