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    COLUNISTAS Felipe Gobbi Vanini
    Janeiro o mês do começo
    Por Felipe Gobbi Vanini
    03 de Janeiro de 2018 às 02h29

    O novo ano já começou, embora por muitos fosse desejado pela inestimável queima de fogos, e pelos inúmeros pedidos, por outros foi subtendido como apenas mais um ano simples e comum, independente das opiniões de ambos os grupos sociais, apenas devemos esperar que ele surpreendesse, e comemorar que mais um ano se passou, e que ouve aqueles que se foram e aqueles que continuam.

    O ano de 2018 não será marcado apenas pelos vivos e sim pelos mortos como o antigo profeta e vidente que é mais conhecido como Nostradamus, por volta do ano 1555 o médico e astrólogo Michel de Nôtre-Dame formulou profecias que revelariam o futuro da humanidade, várias de suas profecias já se concretizaram como, a previsão de duas guerras mundiais, a ascensão de Hitler ao poder, a queda das Torres Gêmeas de Nova York e a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, entre outros eventos, inerente a religião, o ano de 2018 aparenta ser inovador.

    Não temos muitas palavras para dizer como será o ano, porque ele mal começou, e em 2017 as opiniões foram muito divididas, mas temos que ter esperança. Chega o tempo onde às coisas ficam fora do nosso controle, devemos nos esforçar para fazer desse ano um ano bom, mesmo com as tragédias que sempre vem, temos que pelo menos tentar, porque vitorioso não é aquele que se gaba por vencer e sim aquele que luta até o fim, e devemos apenas aproveitar porque os dias de todos estão contados no livro do destino, e não sabemos quando uma onda virá e levara tudo que amamos, mas devemos saber que quando ela vir estaremos prontos para ela.

     

    Filipe Gobbi Vanini

    Felipe Gobbi Vanini Felipe Gobbi Vanini tem 12 anos, mora em Vargem Alta e está no 7º ano do ensino fundamental. Ele é o escritor do livro "O Sonho de Rapidinho", que foi lançado em outubro de 2016.

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