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    COLUNISTAS Paiva Netto
    Trombetas e compositores
    Por Paiva Netto
    03 de Outubro de 2018 às 08h27

    Primeiro de outubro de 2018, 46 anos da Proclamação do Apocalipse de Jesus!

    Celebrando essa importante revelação feita por Alziro Zarur (1914-1979), em Ribeirão Preto/SP, trago a todos vocês página que apresentei em Apocalipse sem Medo (2000). Trata-se do capítulo “Trombetas e compositores”. Lá, eu afirmo que até hoje há quem exclame: “O Apocalipse é o desamor de Deus para com a humanidade!” E prossigo:

    Estarão certos? Veremos que não.

    Vamos por partes. O que nos ensina a sabedoria antiga?: “O pensamento é o alfaiate do destino”.

    Com os nossos ideais e atos, acabamos por desvendar a nossa intimidade. Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, declara isto no Evangelho, segundo Lucas, 6:45: “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque fala a boca do que está cheio o coração”.

    Diante disso, os Anjos das Sete Trombetas — que, na atualidade, em análise simples, significam fatos políticos e fatos político-guerreiros — quando as tocam, não o fazem aleatoriamente. Estão externando o que os Sete Selos (Apocalipse, capítulos 6 e 8) revelam acerca do nosso sentimento, expresso na partitura musical que, com as nossas atitudes, compusemos.

    Nós é que produzimos a trágica ou bela melodia que os Anjos executarão.

    O Apocalipse é, portanto, traçado por nós, quando respeitamos ou infringimos as normas do Criador.

    Em A Divina Comédia — Paraíso, Canto XXII —, Dante Alighieri (1265-1321) poeticamente ilustra a Justiça de Deus: “Nunca se apressa a espada celestial, / nem se atrasa, a não ser pela opinião / de quem a invoca ou teme, por sinal”.

    Por sua vez, Alziro Zarur sentencia: “A Lei Divina, julgando o passado de homens, povos e nações, determina-lhes o futuro”.

    Portanto, reitero, o Apocalipse não foi feito para apavorar com os caminhos obscuros do mistério, mas para iluminar as estradas da nossa vida, porque Apocalipse significa Revelação.

    Paiva Netto José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Material divulgado pela Assessoria de Comunicação da Legião da Boa Vontade - LBV.

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