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    Economia
    Confiança do consumidor volta a subir e retoma nível anterior à crise política Essa é a segunda vez seguida que o indicador registra alta
    (Foto: Arquivo EBC)
    Autor: Rádio Conexão.ES
    25 de Outubro de 2017 às 15h02

    A retomada da economia continua a ter efeitos positivos na vida dos brasileiros. Em outubro, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1,4 ponto e atingiu 83,7 pontos, em uma escala de zero a 200. Essa é a segunda vez seguida que o indicador registra alta.

    Isso significa que os consumidores estão mais otimistas em relação à economia, que voltaram a consumir diante da melhora nas condições econômicas. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pela entidade.

    “A recuperação mais consistente da economia fez com que a confiança do consumidor retornasse ao nível anterior à crise política”, afirma a coordenadora da pesquisa, Viviane Seda.

    De acordo com a pesquisa, essa retomada da confiança está sofrendo influências positivas da queda da inflação e da taxa de juros, que vem caindo de forma consistente no último ano.

    Além disso, a FGV considera que a liberação das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aumentou a confiança do consumidor. Neste ano, mais de R$ 40 bilhões foram colocados em circulação na economia diante dessa medida.

     “O resultado parece estar relacionado a uma ligeira melhora na percepção sobre o mercado de trabalho e no gradual afastamento do risco de crise política”, explica a Coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt.

    Indicadores positivos

    Na composição do indicador, os consumidores avaliaram de forma favorável tanto a atual situação quanto as perspectivas para o futuro. O Índice de Situação Atual subiu pela terceira vez seguida e atingiu 73,2 pontos, e o índice que mede a expectativa subiu 0,7 ponto, no segundo mês consecutivo de alta.

    Além disso, a pesquisa mostra que os consumidores, de forma geral, estão menos insatisfeitos com a economia brasileira. Os indicadores que medem as avaliações sobre as condições econômicas atuais e no curto prazo avançaram 2,7 pontos.




    Fonte: Governo do Brasil, com informações da FGV

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