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    Polícia identifica suspeita de homicídio contra secretário de Itapemirim As suspeita está foragida. Informações sobre o paradeiro dela podem ser passadas por meio do Disque Denúncia
    (Foto: Divulgação/)
    Autor: Rádio Conexão.ES
    13 de Setembro de 2017 às 14h34

    A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, por meio da Polícia Civil, apresentou, nesta quarta-feira (13), novidades acerca da investigação que apura o caso do secretário de Gerência Geral de Itapemirim, José Mauro Sales, morto a tiros no dia 03 de setembro, em Itaoca. O crime está sendo apurado pela 9ª Delegacia Regional de Itapemirim, sob responsabilidade do delegado Djalma Pereira. A suspeita de executar a vítima está foragida.

    De acordo com a Polícia Civil, Carla Rogéria Lima, 46, é apontada como autora do crime. Ela é funcionária efetiva da Prefeitura como telefonista, mas ocupava o cargo de diretora-geral da Defesa Civil, até ser exonerada há cerca de 15 dias. Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, André Garcia, esse pode ser um dos motivos do crime. "Há elementos que apontam que Carla tinha interesse na morte da vítima, por ter sido exonerada do cargo de diretora. Além disso, de acordo com informações colhidas na investigação, a família de Carla possuía inúmeros contratos de serviços de pirotecnia junto à prefeitura e que foram cancelados por José Mauro", explicou.

    As equipes de investigação identificaram a suspeita após colherem depoimentos de testemunhas, analisarem imagens de câmeras de videomonitoramento próximas ao local do crime e realizarem outras diligências. Foi constatado que Carla foi de táxi até a casa da vítima e a executou com disparos de arma de fogo. De acordo com o responsável pelas investigações, delegado Djalma Pereira, o taxista foi identificado e prestou depoimento na delegacia. "Ele informou que levou Carla até o local do crime e depois a deixou em casa. Alegou ainda que não teve coragem de comparecer à delegacia para denunciar, pois temia ser morto pela autora", disse. Ainda segundo o delegado, o taxista pode responder pela participação no crime.

    A arma supostamente utilizada na execução foi entregue à polícia pelo marido da autora e encaminhada à perícia. Ele prestou depoimento e informou que a arma pertencia a ele. Ainda de acordo com o delegado, o Inquérito Policial não foi concluído e o caso segue sob investigação, para apurar se há outros elementos por trás da morte do secretário. "Por enquanto, nenhuma linha de investigação foi descartada. Vamos continuar realizando oitivas para finalizar o Inquérito", esclareceu.

    O secretário de segurança destacou o trabalho realizado pelas equipes de investigação, com apoio das equipes de inteligência da Polícia Civil, sob coordenação do delegado Djalma Pereira.

    “Importante frisar a agilidade e integração entre delegacias. A apuração foi e está sendo feita de forma rápida e objetiva. O crime comoveu a cidade e, por isso, estive na cidade para acompanhar de perto. O inquérito continua, não terminou ainda, e vai apontar toda a trama por de trás do crime", disse o secretário. 

    Há um mandado de prisão contra Carla Rogéria, mas ela está foragida. Informações sobre o paradeiro da suspeita podem ser passadas por meio do Disque Denúncia (181). O sigilo e o anonimato são garantidos.





    Fonte: PCES

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